quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Formas Arredondadas
    Quando se fala que o real formato da Terra, ou de outros corpos celestes não são esféricos, um dos pontos que sempre é abordado, é o porquê então de tudo ser “aparentemente” redondo.


    Existe uma tendência da força do magnetismo, que a ciência não entende, não explica, e não difunde que faz tudo ser circular.
    Se jogarmos limalhas de ferro em uma folha de papel com um imã embaixo, observaremos estas “limalhas/riscos” em formatos arredondados!
    Sabemos que a Terra é rica em minerais que acompanham o magnetismo. O ar, a água tem minerais, por esse motivo tudo acompanha o formato dessa força maior. Ou seja, o que nos dá os formatos “arredondados” é o magnetismo.
    Segundo estudos realizados por DAKILA Pesquisas:

O magnetismo é a maior força que a natureza tem!

   Vivemos uma distorção ótica em tudo que vemos devido à umidade da atmosfera.
    Se jogarmos uma pedra no lago ela emite ondas circulares, o mesmo acontece se jogarmos uma pedra quadrada, ou seja, não importa o formato geométrico, sempre emitirá ondas circulares.  Se a pressão atmosférica fosse real, as ondas seguiriam o formato geométrico da pedra jogada.

    Sabemos que a uma distância de apenas de 100 metros de qualquer objeto, o vemos redondo/esférico!
    Se sairmos da atuação dessa força, mudaremos com certeza nossa ótica sobre formas, cores, etc., pois poderemos ver as coisas como elas realmente são!
Mas não temos ainda essa capacidade.

    Além disso, tudo parece redondo devido aos nossos olhos também serem neste formato.
    Em nosso cordão ótico existem 06 filetes, onde cada um tem uma projeção geométrica, então temos uma tendência ocular de projetar elementos redondos/circulares/esféricos segundo a conexão da nossa glândula pineal e pituitária.

    Pesquisas nesta área concluíram que nossos olhos não são um captador de imagens, e sim um projetor de imagens! E mais uma vez quebrando todo o tabu científico e clássico – Nós não enxergamos, nós Projetamos! 
Isso a ciência tradicional hoje já reconhece.

    Nossos olhos não captam fótons/luz de fora, captam fótons/luz do cordão ótico que são codificados conforme nossos espasmos neurais.
    A lente de nosso olho não é para captar, é para receber a informação que vem do cordão ótico que transforma em imagem para o cérebro.
    O projetor foi desenvolvido a partir do estudo desta fisiologia. Quando colocamos um USB no projetor, a lente, que é invertida como nosso olho, vai olhar para dentro, pegar a informação, decodificar e projetar ela na parede, ou seja, a mesma função ocular.
    O mecanismo da máquina fotográfica é invertido igual ao olho, existe uma camerazinha no diafragma que manda imagem para a lente maior. Não é a lente maior que capta a imagem, ela só observa, pois quem capta a imagem, como se fosse nossa pupila, é um pequeno diafragma que manda a imagem espelhada e aumentada para a lente maior da máquina.
    Ou seja, também registram uma falsa visão da realidade!

   Outro aspecto interessante, é que no nosso dia a dia vivemos num mar turbulento de ondas eletromagnéticas e somos conscientes de apenas uma pequena faixa, muito estreita, se relacionada com o espectro eletromagnético. Na nossa percepção normal percebemos apenas as ondas que vão de 400 nm a 700 nm, que é considerada a quantidade de energia que excita os pigmentos dos nossos olhos.

    Quando estamos no escuro, na ausência da luz artificial ou natural, nossos olhos ativam 120 milhões de células bastonetes a mais e não se apaga nenhuma outra!    
    Ou seja, a nossa visão não fica ruim, ela melhora.
  Quanto mais treinarmos nossa visão noturna, mais teremos capacidade de enxergar à noite, frequências ultravioletas, infravermelhas, raios X, raios gama, ou seja, frequências que normalmente não estamos acostumados a enxergar, pois com a nossa visão “diurna” vemos apenas 02% do que realmente está ao nosso redor!

Assim...

Enxergamos apenas uma ilusão que o meio nos proporciona.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

A Verdade é Elástica!
         Há verdades que aprendemos e damos como certas para o resto de nossas vidas, porém algumas estão sendo revistas...
     Por exemplo, a ordem dos “planetas” era: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Mas Plutão foi “rebaixado” e não é mais um “planeta”.

        Também aprendemos que depois da Lua, Vênus é o que está mais próximo da Terra. Mas isto já mudou, agora é Mercúrio!
          Segundo as agências espaciais, a “verdade” é que cada planeta tem um ritmo diferente de órbita. Isso significa que as distâncias entre eles mudam.
          Para calcular que planeta realmente passa mais tempo perto da Terra, precisa-se fazer uma média. Foi isso que o programa “More or Less” (mais ou menos) fez, e conseguiu estimar qual estava mais próximo da Terra a cada dia dos últimos 50 anos. Assim conseguiu-se calcular que, em média, o planeta que passou a maior parte do tempo como nosso vizinho mais próximo, foi Mercúrio.

      Dados recentes também demonstraram que é possível que a Lua esteja dentro da atmosfera terrestre, pois a exosfera (camada mais externa da atmosfera) passou de 10 mil km, para 630 mil km. Como a distância da Lua, em média é de 384 mil km da Terra, pelo menos por enquanto, se estenderia além da Lua.
          “A atmosfera externa da Terra se estenderia 630 mil quilômetros, aproximadamente 50 vezes o diâmetro do planeta, indo além da Lua. Não sabíamos disso até que tiramos a poeira das observações feitas há duas décadas pela sonda SOHO."
            Esperaram 20 anos, para tirar a “poeira” das observações!

      Também foram encontrados sinais de água na Lua em 2018: Sinais de possíveis depósitos de gelo foram vistos por anos, mas só agora os cientistas confirmaram "evidências definitivas".

      E não é novo que a Lua, como a Terra, possui atividade sísmica. Alguns desses terremotos podem ser bastante fortes, em torno de cinco na escala Richter. Entretanto, a NASA divulgou no dia 13.05.19 um estudo que indica que a Lua está encolhendo a medida que seu interior esfria, o que causa terremotos em sua superfície.  Segundo a agência, a Lua ficou 50 metros mais magra em seu diâmetro ao longo das últimas centenas de milhões de anos por causa desse fenômeno.

Em Resumo:
       Em menos de um ano, a astronomia “descobriu” que a Lua está dentro da atmosfera terrestre, tem água, emite fleches de luz (observados no último eclipse – 21.01.19), e está encolhendo. Mercúrio é o mais próximo da Terra, e a 1ª foto de um Buraco Negro foi “tirada”, abonando a Teoria da Relatividade.
     O que nos parece, é que por algum motivo, as agencias espaciais estão tentando desesperadamente justificar, ou “remendar” suas informações equivocadas.

          A questão é: No que mais estão erradas? No Formato, tamanho e movimentos da Terra e dos Astros? Na distância dos “planetas” em relação à Terra, e o que eles realmente são?

A ciência estaria totalmente equivocada quanto a tudo o que há na Terra e no universo?!

         Estes e outros fatos estarão sendo revelados no próximo Documentário O Sol, a Lua e os Astros, produzido pela equipe de DAKILA Pesquisas.

Você Sabia que: Civilizações muito antigas extremamente avançadas deixaram informações do céu de épocas remotas feitas em pinturas rupestres com alta tecnologia, como um Legado para as futuras civilizações.
          E o que se constatou, é que temos o mesmo céu, o mesmo “painel” datado de milhões de anos atrás. Ou seja, nada absolutamente mudou!
Os Dogons, antiga tribo Africana do Mali, já tinham o conhecimento do Sistema Binário de Sírius, ou seja, da Estrela Sírius B, “descoberta” somente em 1862.

         Vamos olhar mais para a Lua, para o Sol, para as estrelas, para a Terra, para os terremotos, maremotos, etc.
Vamos observar a trajetória dos astros, a nossa sombra, a luz que não conseguimos enxergar – o Ultravioleta, infravermelho, raios gama, a própria luz negra que vemos apenas 02% dela.

          A verdade está ao alcance daqueles que tem olhos para ver, e espírito de pesquisador para indagar, abrir o leque, buscar conhecimento e descobrir novos horizontes até então limitados pela nossa ciência acadêmica.

segunda-feira, 6 de maio de 2019


Analema Solar

Você já recebeu um “zap” com a foto montagem abaixo, e com o texto: “Imagem feita através de 48 fotos de longa exposição do Sol sobrepostas tiradas durante um ano uma vez por semana, no mesmo local e horário, sendo que o ponto mais alto é o solstício de verão e o mais em baixo, o de inverno, formando/projetando uma espécie de um “8” infinito”?
Ouso a afirmar que sim!
Mas você sabia que esta imagem chama-se “Analema Solar”?

Esse tipo de foto está se tornando muito comum, pelo avanço tecnológico das câmeras de longa exposição. Podemos encontrar inúmeras imagens como esta na internet.
Mas além de serem muito bonitas, para que serve?

Marcador Universal
Esse movimento serve como um marcador de tempo, pois as várias posições deste gráfico são chamadas de Tempo Universal (UT).
Egípcios, Maias, Incas entre outras civilizações antigas, construíram em diversos pontos, “Relógios Solares Analemáticos”, pois esses povos acompanhavam e registravam os diferentes CICLOS da Terra.
Vale lembrar que os Maias foram considerados “engenheiros sincronizadores do tempo”! Observavam o movimento do Sol, da Lua e dos astros de nosso Sistema.
            Os antigos com tecnologia supostamente muito mais simples e eficiente conheciam todos os ciclos que influenciam a Terra e todos os seres vivos até hoje!

            Outro fato interessante, e polêmico, colocando ainda mais “lenha” na questão do geocentrismo x heliocentrismo, e Terra Convexa x Terra Esférica, é que segundo a coleta de dados realizada pelos pesquisadores de DAKILA, através do Analema Solar podemos chegar a estas respostas, pois:

“O Sol determina o que é a Terra, o seu formato, e quem gira ao redor de quem”.

Inclusive, até mesmo responder as perguntas de quem “parou” no “dia perdido de Josué”, e quem declinou no episódio de Ezequias, a Terra ou o Sol?!

Você Sabia que:
            DAKILA Pesquisas tem um Centro Tecnológico – o CTZ – cuidadosamente planejado, e equipado com um telescópio moderno através de um sistema robótico eficiente e computadorizado que possui características próprias, desenvolvidas e projetadas especialmente para ele, o que o torna um sofisticado e único equipamento científico de pesquisa.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019


Os Astros de nosso Sistema
      Há muitos relatos em diferentes escrituras que demonstram não só o nivelamento das águas e a convexidade dos continentes, mas também outros eventos no mínimo interessantes envolvendo os astros de nosso Sistema...

A passagem mais inusitada, é a de Josué (10:12/13), onde o Sol e a Lua ficam imóveis por cerca de “um dia inteiro”.

            Temos também a narrativa sobre o Rei Ezequias (II Reis 20:1-11), que tendo adoecido mortalmente pede por intermédio de Isaías, que o “senhor” o curasse, e também lhe desse um sinal. O sinal foi a sombra do Relógio de Acaz voltar 10º – “Nos degraus de Acaz, dez degraus para trás”. E assim foi lhe acrescido mais 15 anos de vida.

Segundo relatos antigos, o Relógio de Acaz, era uma espécie de escadaria voltada para o oeste, onde o Sol mostrava através dos degraus, as horas por meio de sua sombra em um semicírculo de 180º destinados às 12 horas de exposição (“um dia inteiro”). Cada hora o equivalente a 15º, assim 10º (dez degraus) seriam o mesmo que 40 minutos.

Evidências
Com o início da “corrida espacial”, os cientistas da NASA precisaram conferir a localização do Sol, da Lua e dos astros em diversas épocas do passado, afim de que nada pudesse falhar. Assim os mais avançados computadores iniciaram esse trabalho.
           E foi aí que algo que nenhum cientista esperava aconteceu. Em determinado momento da pesquisa, o computador parou e deu um sinal vermelho. Havia um erro nos dias do mundo!
Em todos os cálculos realizados havia um erro de aproximadamente 12 horas e 20 minutos, ou seja, estava “faltando” este tempo no cronograma universal!
            Após verificar os dados, concluíram que não havia nenhum problema com a máquina, e confusos não encontraram explicações plausíveis.
Inteirados sobre o contexto bíblico, os cientistas conferiram no computador, os dias no período citado “do dia perdido de Josué”, e do relato de Ezequias, chegando exatamente ao tempo que estava faltando.

 Algo fez com que houvesse uma “parada” do Sol por 11 horas e 40 minutos e depois, girasse em sentido oposto durante 40 pequenos minutos (os 10º do Relógio de Acaz).

O Sol realmente fez essa “parada”, e depois um “declínio”? Que fenômeno astronômico ocorreu?

Em Machupichu no Peru, a pedra mais famosa esculpida em forma de “trono”, ou cadeira chama-se “Intihuatana”, que quer dizer “poste para amarrar o Sol”. No mínimo curioso!

E o mais interessante, é que esse “dia perdido de Josué” fortifica o geocentrismo, pois menciona a parada do Sol e da Lua sobre a Terra.

Então a pergunta é:

Quem está parado, e quem gira ao redor de quem?!

Os pesquisadores de DAKILA reproduziram diferentes tipos de Relógios de Sol para estudar este e outros fenômenos, que farão parte do Novo Documentário que está sendo produzido com lançamento previsto para este ano com o título de: O Sol, a Lua e os Astros.
            Com certeza, imperdível!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019


O Documentário
O Documentário da Terra Convexa realizou certos experimentos que demonstram que o mundo é plano nas águas e convexo nos continentes – daí o nome “Terra Convexa”!        
                                             

A maior parte das pesquisas foram realizadas nas águas, pois ela compõe 70% da superfície da Terra.

Esfericidade x Águas Niveladas
Foram realizados vários experimentos para constatar a curvatura do horizonte no nível das águas em várias partes do mundo, pois em uma Terra esférica, as águas acompanhariam a curvatura da Terra.
 E o resultado de todos os experimentos, é que não houve nenhum obstáculo em seu caminho! Ou seja, as águas não apresentaram tal curvatura, muito pelo contrário, apresentaram um “nivelamento”.

Realizaram também o experimento dos prédios, onde a ideia básica foi que se a Terra é esférica, dois prédios separados a uma determinada distância teriam suas distâncias lineares diferentes entre a base e o topo.
Como a medida do experimento realizado foi a mesma, conclui-se que os prédios estão “alinhados”, ou seja não há curvatura.
             
Gravidade
Segundo os experimentos realizados, a gravidade não existe!

Para justificar a esfericidade da Terra sem que nada saísse voando espaço afora, e tudo ficar “fixo” na superfície terrestre, criou-se a “gravidade”, uma “força mágica”.
           
            O magnetismo, ao contrário do que a ciência considera, é uma das forças mais fortes que atua na Terra, a principal força que mantém tudo em equilíbrio, desde as ligações de um átomo até o campo magnético terrestre.

A gravidade é derrubada pelo “prumo e nível”. Na Terra esférica ficamos de ponta cabeça, mas sentimos a sensação de estarmos em pé. E quando nos locomovemos para outro ponto, vamos “nivelando” e nem sentimos isso fisicamente!
As pessoas do Japão em relação a nós estão de ponta cabeça, e vice-versa. Aqueles que vivem próximos ao Equador, estão “quase inclinados”, mas também não sentem essa sensação!
Temos sempre a impressão de estarmos de pé “nivelados”. Que realidade é essa?!
A força da gravidade é tão inteligente assim que controla nosso peso, corpo, sentidos sensoriais, sensação de nivelado ou não?
Não podemos viver “inclinados”, pois nossa fisiologia não suportaria.

Então, qual é a probabilidade maior? Nivelados ou inclinados?

O documentário da Terra Convexa tem como objetivo mostrar que as suas pesquisas e experimentos não são mais uma teoria entre tantas que existem, mas uma alternativa para que possamos pensar, raciocinar, e fazer com que cada um chegue à conclusão de onde vivemos:

Num mundo esférico ou num mundo convexo?

Você sabia que: 
    O documentário da Terra Convexa já recebeu várias homenagens e condecorações. Saiba mais acessando o link:


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019


O Formato da Terra


         A crença de que a Terra não era esférica – e isso é expresso em toda literatura até algumas centenas de anos atrás – foi até quase universal sobre o 4º século a.C, quando os cientistas e filósofos gregos antigos propuseram a ideia de que a Terra era de forma arredondada. E no início dos tempos medievais, foi generalizado em toda a Europa o “conhecimento” de que a Terra era uma esfera.

     No entanto, ao longo da história, muitos intelectuais e pessoas comuns continuaram a apoiar a noção de uma Terra não esférica.

          Nas últimas décadas do século 19 diversos modelos dos céus e da Terra foram ativamente promovidos.
Houve até mesmo uma pequena publicação promovendo uma Terra com a forma de uma tigela de sopa invertida, sendo o hemisfério Norte sobre como o conhecemos, e com o hemisfério sul na parte maior
Já a teoria "cônica" modela a forma da terra como algo parecido com um cone, sendo a sua base a região polar norte, e seu ápice no pólo sul.

Tais versões caíram em desfavor, devido principalmente ao dogmatismo da intitulada “ciência moderna” e da educação popular em escolas, o que leva ao preconceito a favor da forma redonda da Terra.

            Mas agora em pleno século 21, este tema volta a ser assunto de estudos e até mesmo de um documentário intitulado “Terra Convexa”, baseado na coleta de dados feita pela equipe de DAKILA Pesquisas.
            O documentário relata vários experimentos realizados, inclusive a existência de um Novo Continente, disponibilizando os dados técnicos para que qualquer pessoa possa reproduzi-los e comprovar por si mesmo a veracidade dos fatos.

            Quadrada, redonda, cônica, esférica, plana, convexa, o que muda isso em nossas vidas?
            Segundo o Documentário:
            Muda TUDO!
            Principalmente no Sistema Acadêmico. As escolas terão que refazer toda sua programação, todo o seu currículo escolar.
            Geografia, astronomia, matemática, física.
            Muda tudo que aprendemos, todo o contexto, principalmente em relação à cartografia, a navegação aérea e marítima, a economia de combustível, estratégias militares, meteorologia, a questão climática, tudo isso muda.
            Tudo que nós aprendemos estava equivocado.
            Agora essa Nova Realidade nos traz à luz do conhecimento, uma Nova Visão do nosso mundo, uma Nova Percepção de tudo aquilo que aprendemos.
            A transformação em nossa vida, nossa questão cultural, a nossa percepção do mundo do conhecimento, todos os pilares da sabedoria.
            Há uma transformação imensa para todas as pessoas sem exceção.
            Então com certeza a mudança é para melhor.
            Mas o que mais muda, é a Busca pela Verdade.
            Foi isso que nos motivou a realizar toda essa pesquisa.
            A sede do saber, a sede do conhecimento.”
           
            Está bom para você?!

Segue o link para quem Pensa Diferente:
            www.terraconvexa.com.br

Aprender é absorver aquilo que é diferente.

Nova Economia Mundial   O que está acontecendo hoje no mundo, é uma realidade prejudicial a todo Ser vivente independente de idade, c...

Terra Convexa